No tempo em que eu não tinha trinta

Eu aos 25.
Eu aos 25.

Poxa que coxa, hein!
Hoje chego a marca das três décadas de vida.
Quando olho em volta, e principalmente para trás, tenho a sensação de que isso significa um tempão e de que estou ficando velha, ó.
Ao tempo em que percebo que muita coisa ainda PRECISA ser feita. E que eu ainda nem comecei. Continuar lendo “No tempo em que eu não tinha trinta”

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No tempo em que eu vivia a minha vida

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Minha lembrança mais vívida de ter vivido a minha própria vida vem lá dos tempos de escola.

Naquela época em que nada me preocupava (exceto umas questões metafísicas), eu era feliz, sabia e tinha plena consciência de que aquilo não iria durar.
Acho que meu erro permanente é esse: não acreditar que as coisas podem ficar e permanecerem boas para mim.
Sempre espero o pior. Deve ser por isso que o melhor nunca vem. Continuar lendo “No tempo em que eu vivia a minha vida”