No tempo em que eu não aceitava o fim

Provavelmente todos nós já adiamos o fim de algo na vida por diversas razões.
Por medo, por achar que faltava preparação para encarar a verdade ou mesmo por querer ignorar que o fim realmente já aconteceu e não há mais nada a se fazer. No meu caso era a última alternativa mesmo, mas vou passear pelas outras só pra contar uma história pra vocês. Continuar lendo “No tempo em que eu não aceitava o fim”

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No tempo em que eu blogava sozinha

Escrever é uma atividade solitária? Na maioria das vezes, sim.
É um processo entre o que você aprecia do mundo, o que pensa a partir daquilo e a maneira que entrega sua percepção de tudo.
Bem cedo comecei a me aventurar nesses caminhos e durante muito tempo não encontrei par pra partilhar experiências. Continuar lendo “No tempo em que eu blogava sozinha”

No tempo em que eu não fazia amizades

Amizade é um assunto sério pra mim.
Estar num grupo ou dupla de parceria sempre esteve no topo das minhas prioridades, mesmo que eu não tenha precisado fazer muita força para que isso acontecesse.
Talvez, essa urgência tenha se dado pelo fato de eu ter vivenciado a solidão desde a infância. Única criança da casa até os 9 anos, brincava sozinha e conversava mais com meu pai e com meu bisavô do que com pessoas da minha idade.
Logo, fazer amizades se tornou um hábito extremamente comum na minha vida. Estes amigos têm me salvado desde então. Continuar lendo “No tempo em que eu não fazia amizades”

No tempo em que eu não conhecia Brasília

BsB

E vou te dizer um negócio… Depois de passar 10 dias lá ainda não conheço.
Continuo achando que preciso voltar. Hahahahaha!
Não, sério. A cidade é imensa. Fiquei de cara no caminho para Taguatinga.
E é tudo organizado. Setor disso, setor daquilo. Legal.
Tirando a parte ‘sou turista e tô adorando’ o melhor sem dúvida nenhuma foram as pessoas. As maravilhosas pessoas que reencontrei e as novas que tive o prazer de conhecer. Continuar lendo “No tempo em que eu não conhecia Brasília”

No tempo em que eu escrevia mantras

31mantras

Em dezembro de 2013 [um dia desses] repeti o hábito de criar uma lista, coisa que eu já tinha feito em 2012 e que você pode encontrar aqui. Só que dessa vez não coloquei desejos para o ano que se aproximava. A temática escolhida foi a beleza.
Sempre tive um lance com a beleza, uma falta de conexão que eu acreditava não existir entre nós duas. Foram raros os momentos que afirmei com convicção “estou realmente bonita”. Mais raros os que me sentia bonita de fato. Mas, este assunto não precisa ser tão detalhado agora, querida audiência.
O fato é que uma das razões para eu não me achar bonita, passava irremediavelmente pelo meu descaso com a vaidade. Continuar lendo “No tempo em que eu escrevia mantras”