No tempo em que eu lia Capricho

Esses dias fui surpreendida pela notícia de que a Revista Capricho da Editora Abril não será mais editada em sua versão impressa.
Automaticamente me lembrei das minhas leituras e experiências com a publicação. A pré-adolescência manda lembranças. 👄 Continuar lendo “No tempo em que eu lia Capricho”

No tempo em que eu não ouvia Legião Urbana

Quando o Renato se foi eu tinha 12 anos.

Confesso que já simpatizava com suas composições, mas era um acontecimento recente.
Tinha me identificado com o teor às vezes depressivo das letras e melodias. Andava numa fase ‘beeem’ dark.
Ainda lembro com perfeição da matéria no Jornal Nacional naquele dia fatídico. Continuar lendo “No tempo em que eu não ouvia Legião Urbana”

No tempo em que eu assistia Malhação

Eu cresci junto com a Malhação.

Na estreia em 1995 eu tinha 11 anos. Assim, durante toda a minha adolescência passei as tardes esperando que chegasse as 17:30 só pra correr pra frente da TV e acompanhar as histórias da academia que depois se tornou escola.
Hoje voltei no tempo uns dez anos. Liguei no Canal Viva e lá estava ela. A Malhação que eu mais gostei de todas as temporadas (tirando a primeira que foi inigualável). A Malhação 2000/2001. Continuar lendo “No tempo em que eu assistia Malhação”

No tempo em que eu vivia a minha vida

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Minha lembrança mais vívida de ter vivido a minha própria vida vem lá dos tempos de escola.

Naquela época em que nada me preocupava (exceto umas questões metafísicas), eu era feliz, sabia e tinha plena consciência de que aquilo não iria durar.
Acho que meu erro permanente é esse: não acreditar que as coisas podem ficar e permanecerem boas para mim.
Sempre espero o pior. Deve ser por isso que o melhor nunca vem. Continuar lendo “No tempo em que eu vivia a minha vida”

No tempo em que eu acreditava em romantismo

Imagem: Romantic Wallpapers
Imagem: Romantic Wallpapers

Eu devia ter uns doze anos quando eu acreditava realmente nisso.

Como toda sociopata pré-adolescente tinha diários nos quais coraçõezinhos cor de rosa apareciam com as iniciais “S” e qualquer outra letra do alfabeto neles.
Eu já tinha muita imaginação nessa época (sempre fui muuuiiito imaginativa) e os debiques românticos se tornaram minha especialidade por um tempo.
Até que um belo dia (não tão belo assim) ocorreu um fato que me fez desacreditar de toda essa baboseira romântica alardeada pelas novelas e coisas desse tipo. Continuar lendo “No tempo em que eu acreditava em romantismo”