No tempo em que eu assistia The O.C.

Pra mim sempre é tempo de The O.C.
Revejo, revejo e não canso das sensações que ela me faz sentir.

Era um domingo qualquer e eu liguei a TV no SBT. As manhãs de domingo naquela emissora no início da década de 2000 eram obrigatórias. Todo mundo assistia a dobradinha Clark (Smallville) e Ryan (The O.C.).
Logo nas primeiras cenas fiquei interessada pela história sofrida do garoto pobre/problemático que cai de bunda no meio de uma comunidade cheia de dinheiro e de dramas. Muitos dramas.
Sempre tive uma queda por protagonistas com o perfil do Ryan Atwood. Com a carga de raiva que ele possui. Deve ser algo pessoal que me conecta com órfãos sem destino que conseguem continuar no prumo, apesar das esquinas repletas de confusões e oportunidades escusas. Orange County era cheia delas. Quem diria.
Além desse pano de fundo melancólico, a série tem lá seus momentos divertidos. Seth Cohen tem doença da piada e é solitário. Mais uma combinação que me fisgou. A amizade dos dois conquistou muitos telespectadores e fez os fãs chorarem no final da primeira temporada. Até hoje meus olhos enchem d’água ao longo dos acordes de Hallelujah.

Mal sabiam os seguidores do quarteto improvável (Marisa Cooper e Summer Roberts aqui responsáveis por essa improbabilidade) que muitas emoções ainda estavam por vir. Tudo de ruim que pode acontecer num universo adolescente aconteceu nas quatro temporadas de The O.C.: drogas pesadas, adultério dos pais, falência dos pais, abandono também dos pais 😮 e dezenas de crises existenciais para todos os gostos. O núcleo adulto da série também tem momentos críticos. Destaque para o vício de Kirsten Cohen e para as sandices de Julie Cooper.
A trilha sonora é outro ponto forte. Muitas canções de lá fizeram parte da sonorização da minha iniciante vida universitária. Nos intervalos das aulas os acontecimentos das séries eram sempre um tópico nervoso de conversação. Lembra, Ricardo? Bons tempos.
Fiquei feliz em saber que a Netflix vai disponibilizar a partir de 1º de outubro as 3 primeiras temporadas. Como grande fã que admito ser, tenho elas em casa para assistir a qualquer hora (falta a 4ª e fica a dica pro meu presente de aniversário). Ainda sim, sinto cheiro de maratona no ar.

Esse vídeo me lembrou do casal que eu queria muito que acontecesse, Ana e Seth. Gosto da Summer, da combinação nada clichê Seth e Summer. Mas, Ana e Seth tinham muito potencial juntos. É quase um Chloe e Clark no meu coraçãozinho (pesquise Smallville para entender essa referência.)

E é isso. Outubro está quase aí e estou aceitando companheiros para maratonar. Comenta aí que a gente conversa depois. 😉

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