No tempo que as crises eram datadas

Foto: Uol

Não. Este post não é para tratar da crise econômica do país, mas poderia ser.
Assim como ela, as crises que vou tratar deveriam ser mais curtas. Pra gente aproveitar melhor a vida sem neuras e sem problemas financeiros, né!?
Nada é perfeito, amiguinhos. Cola aqui e vamos conversar sobre esses fantasmas bem reais.
Desde que eu me entendo por gente, e acredito que vocês também, aparece esse papo de crise disso, crise daquilo.
Se você é solteira e tá chegando aos 30 já te empurram a crise característica da idade. É relógio biológico apitando, é amigo casando, é amiga convidando pro chá de bebê… Tudo faz a pessoa pensar que tá ficando pra trás.
Se você é casado tem crise escalonada em períodos: a dos 2 anos, a dos 7 anos e sei lá mais quantas. A impressão que dá é que essas coisas são inventadas pra criar uma tensão que precisa existir, pra você ultrapassar obstáculos antes de ser propriamente feliz. Mas, é só uma impressão. Ainda não casei pra saber a real dessas paradas.
Observando pela perspectiva da solteirice, posso dizer que hoje estou muito mais tranquila do que ontem. Ué, e não deveria ser o contrário, já que estou ficando mais velha e não mais nova? Relaxei. Pelo simples motivo de ter entendido que não tem DATA CERTA pra porra nenhuma nessa vida.
Antigamente eu ficava puta quando minhas amigas falavam “ô, amiga. fica calma. as coisas acontecem quando tem que acontecer. sua hora vai chegar” Como assim, ficar calma!? Esperar até quando essa hora atrasada do caramba?
Com o pingo de maturidade que adquiri nesses anos de planeta terra, entendi que é desse jeitinho mesmo. Não é por característica A ou B que você é preterido na fila do amor. O fato é que as coisas realmente acontecem quando tem que acontecer e não quando você quer. Concordo até que você pode dar um empurrãozinho pras coisas rolarem, mas tem uns lances que fogem do controle. O que nos resta é aguardar as cenas dos próximos capítulos.
Aí, eu que me achava a criatura mais complexada e problemática da vida, me deparo com crises em pessoas que teoricamente – de acordo com meus padrões tortos – não sofreriam com isso. Pessoas bem mais jovens, bonitas, ativas profissionalmente e etc.
Ninguém tá livre. Todos são influenciados por essa indústria da crise que teima em estabelecer datas, épocas, períodos que o ser humano precisa fazer isso ou aquilo, estar junto ou separado, ter filhos ou adotar. É uma chatice.
Por isso amigos, tratem de relaxar. Aproveitem a vida sem ficar obsessivos com essas cobranças. Eu sei que é difícil. Quem tá falando é uma pessoa que se cobra demais. Em todas as áreas.
Se não aconteceu o que você queria na hora desejada, tem um motivo. Se você ainda espera que aconteça, arrume algo pra fazer enquanto o ônibus não vem, rs. Faça arte, estude música, escreva em um blog. Vale qualquer negócio pra manter a sanidade e o bom humor diante da vida.
Vale até marcar um joguinho que eu criei inspirado nesse post:

Vem brincar, glr! #crush #bingosocrush

A post shared by Papelpop (@papelpop) on

 

Aqui a versão dos esquecidos pelo cupido hahahahaha

bingo

People, nada disso importa. Na real.
Quando há amor, paixão, sexo, pele ou o que quer que seja, essas coisas aí ficam no chinelo.
Mas, para efeito de zoeira, eu já fui A1, A4, B1 e B5. Vocês podem deixar nos comentários as casinhas que demonstram os motivos que já empataram suas vidas amorosas. Na visão de vocês, é claro.
Inté, amores!

Anúncios

2 comentários em “No tempo que as crises eram datadas

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s