No tempo em que eu não era voluntária

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Vou utilizar este quinquagésimo post (o/////) para falar de mais amor.
Concordo demais com aquela coisa de mais amor por favor. Sou dessas com muito orgulho.
Sou chegada mesmo é nos clichês verdadeiros que falam sobre a importância do amor para melhorar este mundão de meu Deus.

Semana passada a esta hora eu estava em Miguel Alves – uma cidadezinha no interior do Piauí – mais precisamente no povoado Sambaíba, um reduto escondidíssmo de gente de bem e que sofre as agruras de ser ignorada pelo poder público.
Não fui só. Acho mesmo que sozinho é muito difícil de se fazer as coisas. União tá aí pra isso. Então, me uni a um grupo de voluntários maravilhoso: o Grupo Lúmens.
Como dá pra perceber no link que você clicou, o Lúmens é um amontoado de pessoas que gostam de fazer o bem. Digo é mais. Precisam fazer o bem. Considero essa uma parte extremamente importante da nossa existência. Sinto a necessidade quase fisiológica, mas que na verdade vem é da alma, de ser útil. De retribuir o amor que recebo através da doação de mais amor. Em suma, é assim que se sente todo o grupo e eu falo com conhecimento de causa de quem vê a alegria nos outros voluntários. O que a gente sente no simples ato de embrulhar um presente não dá pra explicar. Apenas sentir.
Imagina quando presenciamos cenas como esta:

No momento em que participo deste tipo de iniciativa não consigo não pensar que os mais beneficiados são as pessoas que trabalham para isso acontecer. O que o nosso grupo faz é muito lindo e certamente vai modificar de alguma forma o futuro dessas crianças, por já estar modificando o presente. Mas, no fim das contas o sentimento é tão puro, tão belo, tão reconfortante…
Não que estejamos realizando este trabalho para nos sentirmos melhor. Sabemos da importância e da necessidade da sustentação do terceiro setor. Nosso trabalho é focado nisso. Sem pretensões assistencialistas. Sem politicagem também. Sem querer se gabar.
Estou escrevendo este post não para receber elogios. Não para mostrar como somos especiais porque realizamos um trabalho voluntário.
O que eu quero mesmo é despertar o interesse que talvez exista em você. O amor que com certeza existe em você. Tem muita gente por aí precisando desse amor. Vai procurar!
Para de reclamar como eu parei. É a segunda vez na vida que sou voluntária. Recomendo pra qualquer um. Faça alguma coisa por querer de verdade. Pra ajudar  alguém sem esperar pagamento. Faça o bem sem olhar a quem.
No 2015 que se aproxima o lance é espalhar amor. Tô nessa vibe e quero te convidar pra vir também. Começa dentro de casa. Dizendo eu te amo pras pessoas que você ama.
Não tenha medo do amor. Ele vai mudar a sua vida.

Desculpa se o post ficou com cara de livro de auto ajuda. É que nessa época do ano eu vivo o clichê de entrar no clima. Sem nenhuma vergonha disso.

Veja as fotos da ação de Natal do Grupo Lúmens na comunidade Sambaíba. Inspire-se!

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2 comentários em “No tempo em que eu não era voluntária

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