No tempo em que eu descia até o chão

carla perez gif chão

Olha… Na verdade, na verdade, nunca desci até o chão totalmente porque meu joelho não me permite desde que eu tinha 14 anos e desloquei a rótula.
Mas, compenso a falta de flexibilidade com um gingado que é só meu. 😀

Festa, show, festival, fuá… Pode chamar! Sou chegada numa “ferveção” desde sempre.
Comecei ir pra balada meio tardiamente. Sacomé, né? Pai rígido e pouca argumentação. Quando fui dominar a arte da persuasão já tava lá pelos 19 anos.
Mas, tudo bem. Dei uma compensada razoável no tempo perdido.
Tomei porres, beijei, comi cachorro quente na calçada, pulei, fui pisoteada (perdi as unhas depois rs), chorei até e principalmente dancei. Dançar é regra pra mim. Se eu for num lugar desses e não dançar é trabalho perdido. Nem que eu dance na última música, minutos antes do DJ parar de tocar.
Claro que a preferência é sempre me esbaldar. Numa boate de Brasília dancei tanto e me hidratei tão pouco (sem mencionar a soma: estômago vazio + drinks) que depois de meia hora tava vendo estrelinhas. #desvairada #salvapelazamigas
Nas últimas semanas tive o prazer de comparecer em três shows. Tava com saudade de uma diversãozinha para variar. Andava muito focada na pós-graduação que terminei graças ao meu bom Deus.
Vamos aos resumos:

– Pato Fu com o Música de brinquedo

Coisa mais linda do Brasil, gente!
Banda sensacional, repertório maraaa (com surpresas ótimas tipo Bohemian Rhapsody no final) e a fofura da Fernanda Takai sendo diva e me fazendo inveja com aquela voz perfeita.
Detalhe: o show foi apresentado dentro do Festival SESI Bonecos do Mundo e teve a participação de marionetes super divertidas. ❤

Fernanda

– Natiruts

Uma noite de sexta, eu esqueço o ingresso e ainda resolvo ir de salto. Saldo da noite: pés desolados, água e água de coco e muita satisfação por assistir a um show maravilhoso. Ônus: tava tão cheio que não pude nem pensar em dançar. Pessoas esbarravam nos meus pensamentos. hahahaahaha

Natiruts

– Jorge Aragão

Era uma festa fechada. Festa de cliente da agência onde eu trabalho. Na noite posterior ao show de reggae que eu passei o ano inteiro aguardando, me joguei no samba. Timidamente, confesso. Primeiro aproveitei as delícias gastronômicas com destaque para um buffet bafônico de sushis. 😮 Quando o Jorge subiu no palco (eu que não sou uma grande fã) demorei um pouco para me empolgar. Quando a empolgação chegou, chegou chegando. Foi bem legal e só serviu pra reafirmar que às vezes sair pra uma balada diferente pode trazer resultados ótimos.

Jorge

luzes

sol da meia noite

Jorgeblur

As fotinhas foram mal tiradas no meu celular. E tem mais do show do Jorge por que eu estava bem mais perto e com livre circulação.
Para encerrar, já que falei tanto de dança, segue um vídeo, filmado pela amiga Marília, da minha pessoa sambando como se não houvesse dia seguinte e pés doídos.

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