No tempo em que as lâmpadas eram incandescentes

Ontem eu voltava da UFPI – Universidade Federal do Piauí – onde fui assistir uma palestra interessantíssima sobre TV na Espanha, quando me peguei a pensar.

Como costumeiramente faço, sentei na cadeira da janela do Rodoviária Circular e liguei meu MP3 pra colocar trilha na viagem.
Com a brisa no meu rosto e os olhos na cidade percebi que a grande maioria das casas de Teresina não utiliza mais lâmpada incandescente. A luz branca das fluorescentes tomou conta dos espaços.
Depois de perceber isso olhei no momento seguinte para os postes de iluminação pública. Por que eles também não aderiram à iluminação fluorescente?

Fiquei intrigada.

Pesquisei e descobri que em Brasília  já fizeram uma experiência nesse sentido, que não deu certo devido à fragilidade do material da lâmpada fluorescente.
Pelo que eu li os pesquisadores estão desenvolvendo uma opção mista que economize energia e não seja tão frágil. Pois é.

As coisas realmente estão mudando de um amarelo quente para um branco frio.
Meu sonho era que esse frio contagiasse nosso querido clima que anda quente como o quê.

P.S.: Essa conversa de lâmpada me lembrou o único presente que ganhei no meu aniversário dia 19. Uma luminária laranja. Mais quente impossível.

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