No tempo em que eu roía as unhas

Minhas unhas roídas

Pela imagem aí de cima já deu pra perceber que eu ainda tenho esse hábito.

É bem verdade que hoje em dia muito menos do que antes. Na infância minhas unhas nunca ultrapassaram 1cm de comprimento.
Minha mãe reclamava por demais. Ela que sempre conservava belas e compridas unhas vermelhas.
O que me coube foi cuidar dos pés que nunca foram alvo do meu compulsivo ato de roer.
Cresci e desenvolvi outras compulsões: ler, ouvir música, comer, beber (só as vezes rsrs), jogar no celular… E mesmo assim vez por outra o danado hábito ataca novamente.
Gosto de manter minhas unhas pintadas (de vermelho, by the way) e sempre faço isso até para mantê-las grandes e fortes.
Unha sem esmalte quebra com mais facilidade. Isso não é lenda. É um fato comprovado em anos de auto-manicure. Raramente outra pessoa tira minhas cutículas e coisa e tal. Até porque minhas lembranças não são muito boas. Enfim…
Minha amiga Hosana leu em algum lugar que as mulheres só fazem a unha quando estão pra cima.
Deve ser isso então. Crises e mais crises.
Agora vou iniciar um novo ciclo em busca das unhas perfeitas. Boa sorte pra mim!

P.S.: Dias depois de escrever este texto tive uma cutícula infeccionada de tanto roer. Não ousarei colocar a foto disso aqui. Vocês não merecem.

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